sexta-feira, 13 de novembro de 2009
JESUS QUER OUVIR UMA CANÇÃO
Jesus quer ouvir uma canção. Mais que uma canção, na verdade. Ele quer ouvir sons e palavras vindos de um coração quebrantado e sincero. Jesus quer ouvir uma canção de amor para Ele mesmo.
Não simplesmente uma canção bem cantada por bons cantores de vozes atrativas, ou tocada por bons músicos, que tenham boa técnica e renome.
Chega de cantar e tocar para homens, e fazer da ministração do louvor um culto ao entretenimento. Chega de querer chamar a atenção da Noiva ( Igreja ), desviando-a dos olhos daquele que morreu e a si mesmo se entregou por Ela. Chega de fazer da adoração um instrumento de comércio, de autopromoção e de louvor a si próprio. Não queira "adorar" para que os homens vejam sua capacidade vocal, instrumental ou sintam algum tipo de emoção barata que os faça "dançar", gritar ou pular pela manipulação de um apresentador de show evangélico ( que se diz ministro ungido de Deus ), que tendo consciência ou não, quer mais atenção para si próprio do que para Deus que é o dono do culto.
Jesus quer ouvir uma canção de amor para Ele mesmo! Uma canção que toque em seu coração. Uma canção que o faça voltar o Seu rosto e procurar quem a está cantando. Canção que de tão intensa atraia a Sua presença, fazendo o descer do Seu trono e vir, manifesto sobre o Seu povo. Jesus anseia por ouvir de Sua Noiva ( a Igreja ) uma canção. Uma canção que o exalte, que chame a Sua presença. Canção que gere no coração da Noiva, cada vez mais desejo por Sua presença. Anseio por Seu abraço, Seu beijo.
Jesus quer ouvir, e tem gerado pelo Espírito Santo esta canção no coração da Sua noiva. Canção misturada a lágrimas, anseio, desespero, e risos. Esta canção tem brotado de corações que se apaixonam por Jesus e que amam Sua presença. Jesus não quer ouvir uma canção feita para homens, mas uma que o Espírito Santo faz nascer pelo amor, pela paixão da Noiva e do Noivo, um pelo outro. Jesus quer me ouvir dizer que eu O quero, que eu O amo, que eu O desejo, que eu anseio por Ele, que eu não posso viver sem a presença d´Ele, que eu preciso d´Ele!
O Espírito Santo clama nesses dias. Não toque para mais ninguém! Cante e toque ao Senhor a canção que Ele quer ouvir!
Deus abençoe
Nívea Soares
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FORMAÇÃO DE DICÍPULOS PARTE 2 / DANIEL DE SOUZA
5. A ESTRATÉGIA E OS RECURSOS - ESTRATÉGIA: Já vimos que Jesus se concentrou em poucos homens e os discipulou. É a prática mais eficiente de se formar uma vida e de equipar para a obra.
RECURSOS: nos textos paralelos do chamado e envio dos doze, (Mateus 10.1-4 e Marcos 3.13-19 com 6.7 , 12 , 13, e Lucas 9.1, 2) , podemos dizer que há um tripé, que também se repete em outras situações:
1º) pregação do evangelho do reino;
2º) expulsão de demônios;
3º) cura das enfermidades.
São recursos de Deus para o cumprimento da sua estratégia, concedidos para os apóstolos e para nós. A pregação do evangelho do reino trata com o fim da independência e rebeldia do homem para com Deus, e o começo de uma vida dependente e obediente em tudo a ele.
A expulsão de demônios e a cura das enfermidades tratam com a conseqüência do pecado do homem e a sua libertação destes males.
6. O PRINCÍPIO DOS PEQUENOS GRUPOS
Jesus ensinou e equipou os discípulos, tanto individualmente como juntos. Ele andava, pregava, ensinava, fazia a obra com todos. Assim eles aprendiam com Jesus e uns com os outros. Não fazia uma obra isolada, mas corporativa. É o princípio dos pequenos grupos de discípulos. Os evangelhos chamam o grupo dos discípulos de Jesus: "os doze". É a igreja de dois ou três, doze ou mais discípulos. São as células. É a igreja nas casas. É o modelo de igreja que Jesus deixou para nós seguirmos.
7. RESUMO DA ESTRATÉGIA DE JESUS
Podemos apontar os oito princípios da sua obra (*):
Seleção (Lucas 6:13) = Selecionou doze discípulos para entrarem com ele.
Associação (Marcos 3:14; 6:7 ; Lucas 6:14,15) = Associou os discípulos consigo pelo discipulado, e entre eles, pelo companheirismo.
Consagração (Mateus 11:29) = Esperava que os homens que o acompanhavam lhe fossem obedientes em tudo.
Transmissão (João 17:8) = Transmitiu-lhes tudo o que recebera do Pai.
Demonstração (João 13:15) = Antes de mandar fazer qualquer coisa, dava-lhes demonstração de como fazer.
Delegação (Mateus 4:19) = Deu do seu poder e autoridade para seus discípulos fazerem discípulos dentre o povo judeu, e, mais tarde, dentre todos os povos (Mateus 28:19)
Supervisão (Marcos 6:30) = Quando os discípulos voltavam das caminhadas evangelísticas, davam relatório a Jesus de tudo quanto haviam feito e ensinado, assim Jesus podia ajudá-los, fortalecê-los, aperfeiçoá-los, e prepará-los para as novas tarefas.
Reprodução (João 15:16) = Jesus tinha como meta que seus discípulos reproduzissem outros discípulos, e assim expandissem sua obra.
Deus abençoe
Daniel Souza
http://www.ameprod.com.br
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FORMAÇÃO DE DICÍPULOS PARTE 1 / DANIEL DE SOUZA
I - Jesus e seus discípulos - Para tratarmos sobre a formação de discípulos, temos que aprender com o Senhor Jesus, que começou a fazer discípulos e nos ordenou continuar.
JESUS COMO ESTRATEGISTA
Como vemos Jesus? Muitas vezes nós só vemos Jesus como aquele que falou da parte de Deus, realizou curas, expulsou demônios, ressuscitou mortos, fez muitos milagres, etc. Mas será que vemos Jesus como um estrategista? Vemos como aquele que tinha um alvo e um plano estratégico para atingi-lo.
POR QUE JESUS SE CONCENTROU EM DOZE HOMENS
Jesus, ao concentrar seu trabalho em doze homens, nos revela um plano estratégico. Ele tinha muitos seguidores, mas como poderia cuidar de todo aquele povo, que era como ovelhas sem pastor, e, ao mesmo tempo, dar continuidade à obra que veio realizar da parte do Pai? Ele tinha compaixão pelo povo sem quem o liderasse. O que ele poderia fazer diante de tão grande necessidade? Se não podia tomar conta de todas as pessoas, teria, então, que ter homens que cuidassem delas. Por isso, seu ministério desenvolveu-se mais no cuidado pessoal de alguns homens, para que estes, uma vez cuidados pessoalmente e preparados para a obra, dessem continuidade ao que ele veio fazer. Assim, nasceu o discipulado de Jesus com seus doze discípulos.
O PRINCÍPIO DE DISCIPULADO JÁ EXISTIA O princípio de discipulado empregado por Jesus com seus doze discípulos já existia. As palavras discípulo e fazer discípulos têm sua idéia original, como a raiz do grego indica, na prática da antigüidade dos povos do oriente, de um aprendiz seguir seu mestre e seu ensino. Na palavra de Deus encontramos várias referências deste relacionamento:
Os discípulos de Moisés (João 9:28)
Os discípulos dos profetas (2 Reis 4:1,38)
Discípulos dos levitas-músicos (1 Crônicas 25:8)
Discípulos de João Batista (Mateus 9:14)
Os Discípulos dos fariseus (Lucas 5:33)
Discípulos de Jesus, tendo como primeira referência, dentre muitas outras, (Mateus 5:1)
Os Discípulos de Paulo (Atos 9:25)
4. O PLANO ESTRATÉGICO
Em Marcos 3:14-15, encontramos o plano estratégico de Jesus para desempenhar sua obra: "Então designou doze para estarem com ele e para os enviar a pregar, e a exercer a autoridade de expedir demônios."
Plano Geral:
Quando lemos o plano de Jesus em Marcos 3:14-15, entendemos que ele chama os doze para estarem com ele, e ao mesmo tempo, os envia a pregar, etc. Mas em 6:7 diz que eles só são enviados mais tarde. Como entender? É que em 3. 13-15, o plano é dado num sentido geral, mas, depois ele é especificado. As duas etapas do plano: No plano estratégico de Jesus há duas preposições: "para", que especificam duas etapas:
Primeira etapa: "para estarem com ele" Compreende os capítulos 3.14 a 6.7
Segunda etapa: "para os enviar a pregar... A partir do capítulo 6.7
Primeira etapa do plano: A primeira etapa do plano estratégico de Jesus era de os discípulos simplesmente "estarem com ele". Vai do capítulo 3.14 até 6.7. Era o começo do discipulado de Jesus. Discipulado para Jesus era isto: os discípulos estarem junto com ele. Era um relacionamento intenso e íntimo. Esta foi a maneira mais eficiente que Jesus encontrou para servir e ensinar seus discípulos. Eles aprendiam vendo Jesus fazer (Atos 1.1) Tudo o que ele queria que seus discípulos fizessem, antes ele dava exemplo. O exemplo é o melhor ensino. Por isso, para Jesus, o discipulado não era mais um método, um programa, um grupo de estudos, uma reunião, uma entrevista. Não, discipulado para Jesus era ele mesmo se dando para seus discípulos. E nesta primeira etapa, os discípulos aprendiam de Jesus para mais tarde praticarem o que receberam. Neste tempo, Jesus estava formando suas vidas e equipando-os para a obra.
Segunda etapa do plano: Depois de os discípulos aprenderem de Jesus, e ainda continuarem aprendendo dele, eles, agora, são enviados à obra. A partir do capítulo 6.7, eles começam a fazer o que aprenderam com Jesus. Eles pregam o evangelho do reino, expelem demônios, curam enfermos (6. 7-30). Mas eles não faziam a obra sozinhos. Jesus os tinha enviado de dois a dois (6.7). Eles estavam vinculados com Jesus, e vinculados entre eles. O vínculo com Jesus é o discipulado; e o vínculo entre eles é o companheirismo. E quando eles voltavam das caminhadas evangelísticas, " lhe relatavam tudo o que tinham feito e ensinado" (6.30). Ele começou sua obra com os doze, atingindo em primeiro, as ovelhas perdidas de Israel, e depois as ovelhas perdidas do mundo.
Deus abençoe
Daniel Souza
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danielsouza@ameprod.com.br
3 ORDENS DE JESUS AOS SEUS DICÍPULOS / DANIEL DE SOUZA
Jesus nos mandou fazer discípulos para Ele. E deixou bem claro que seus discípulos devem aprender a guardar todas as coisas que Ele ordenou.
Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra.
Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século. (Mt.28.18-20).
Jesus nos mandou fazer discípulos para Ele. E deixou bem claro que seus discípulos devem aprender a guardar todas as coisas que Ele ordenou.
Temos muito que aprender de Jesus, por isto estamos no caminho do reino. Cada lição aprendida, cada ordem obedecida representam passos dados em direção ao alvo.
Nesta pequena reflexão queremos trazer a memória três ordens importantíssimas de Jesus para seus discípulos:
1. Amai-vos (Jo.13.34,35)
A ordem é nos amarmos uns aos outros como o Senhor nos amou.
Entre muitas coisas que já temos ouvido sobre amor, algo define bem esta tremenda ordem de Jesus: “o amor não se baseia em sentimentos mas na vontade comprometida”.
Que assim seja em nossas vidas.
2. Pregai o evangelho (Mc.16.15,16)
Nós fazemos discípulos para pregarmos o evangelho ou pregamos o evangelho para fazermos discípulos?
Discipular e pregar são como dois pés que dão equilíbrio a missão que Jesus nos deu neste mundo.
3. Vigiai (Mt.24.42; 25.13)
A ordem de vigiar visa nos preparar para a vinda de Jesus e o arrebatamento da igreja.
Jesus ensinou que assim como foi nos dias de Noé, o mesmo aconteceu nos dias de Ló. Duas figuras de sua vinda (Lc.17.26,27). No entanto, sobre a mulher de Ló Ele diz: “LEMBRAI-VOS” (v.32). Temos que nos lembrar que ela se perdeu no último momento por falta de vigilância.
Deus abençoe
Daniel Souza
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MUDANDO A HISTÓRIA DA MINHA VIDA / RONALDO BEZERRA
Deus que mudar a história da minha vida! Ele vai marcar a minha vida!
Temos que marcar a nossa geração, fazer a diferença!!!
II Cr. 28:1-5, 22-27 Rei Acaz: “ ...não fez o que era reto perante o Senhor...” (vs.1)
- idólatra (vs.2);
ofereceu seus filhos em sacrifícios aos deuses (vs.3);
- buscou auxílio de outros deuses no tempo de angústia (vs.23);
- fechou as portas da casa do Senhor (vs.24);
- Era um rei ruim, terrível, iníquo, soberbo e orgulhoso.
- Resultados de seu pecado – O Senhor humilhou Judá por causa de Acaz (vs.19) Na sua morte não foi enterrado junto com os reis de Israel e até hoje é lembrado nos livros de história dos reis de Judá e de Israel como um rei que marcou sua geração de maneira negativa e ruim (vs.26).
Depois da morte do rei Acaz, Ezequias, seu filho, reinou em seu lugar (vs.27). Quando Ezequias assumiu o lugar de seu pai, observamos 3 possibilidades que ele tinha:
A)Fazer as coisas igual ao seu pai
Conhecemos esses ditados: “Tal pai, tal filho”, “filho de peixe, peixinho é”. Isto acontece porque os pais são referências para os filhos. Muitos crescem como filhos marcados por erros que seus pais cometeram, muitos foram rejeitados, agredidos, estuprados, espancados, receberam palavras que produziram complexos e derrota, e etc. Como conseqüência, quando os filhos crescem, ou se tornam iguais aos seus pais, ou desejam ser diferentes deles.
B)Ser omisso
Restaurar problema dá trabalho!!! Os problemas precisam ser tratados! Muitos não querem tocar na “ferida”. Não podemos “maquiar” ou por “uma pedra em cima” do problema. Para sermos curados e restaurados precisamos tratar os problemas de frente, só assim seremos restaurados.
C)Mudar a história da sua vida – Como posso mudar a história da minha vida?
II Cr. 29
1) Olhando os bons exemplos! – “Fez ele o que era reto perante o Senhor, segundo tudo quanto fizera Davi, seu pai” (vs.1-2)
- Existem os maus exemplos, mas existem os bons exemplos pelos quais devemos seguir (Sl.1; Pv.1:10; I Co.15:33; II Co 6:14-18).
- significado de ímpio: ím – não, pio - santos
- Precisamos deixar de andar com maledicentes, fofoqueiros, murmuradores, criadores de contenda, etc, para andarmos com homens de Deus.
2) Fazendo mudanças hoje, agora! – “No primeiro ano do seu reinado, no primeiro mês...” (vs.3)
- Não podemos adiar! Precisamos fazer hoje o que precisa ser feito. Deus trabalha com pessoas que tomam decisões!
- Enfrente o problema, não fuja e o Senhor te concederá graça!
- Deus quer nos restaurar, mas precisamos dar um passo em fé.
- Restauração: Devolver ao estado original com melhores condições.
3) Abrindo as portas do nosso coração para que Deus as repare! – “...Abriu as portas da casa do Senhor e as reparou” (vs.3)
- “...Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo...” – Ap. 3:19-22
- Devemos permitir que o Senhor nos cure, nos limpe e nos restaure.
4) Não me envergonhando de quem sou! – “Trouxe os sacerdotes e os levitas, ajuntou-os na praça oriental e lhes disse...” (vs.4-5)
- Não podemos nos esconder, temos que assumir quem somos na frente de todos. “Não se pode esconder uma cidade edificada sobre os montes”.
- Ou somos de Deus e assumimos a nossa posição em Cristo, ou somos do diabo! Que o nosso estilo de vida fale mais alto que as palavras!!!
5) Fazendo aliança com o Senhor! – “...estou resolvido a fazer aliança com o Senhor...” (vs.10)
- Sou 100% do Senhor e tudo o que tenho pertence a Ele. Não troco o Senhor por nada! Posso perder tudo, dinheiro, carro, saúde, etc, mas não posso perder Sua Presença!
- Faço a vontade do Senhor porque tenho uma aliança com Ele, e sei que esta vontade é boa, perfeita e agradável para minha vida. Ou faço a vontade de Deus, ou do diabo – “ninguém pode servir a dois senhores”.
- Esta aliança deve ser vertical e horizontal, ou seja, ela se estende a minha família, a igreja, aos líderes, pastores e aos meus irmãos.
- A aliança se mede pelo serviço. Precisamos demonstrar a aliança que temos com Deus e com os irmãos sendo verdadeiros servos!
6) Sendo um adorador! – “...prostraram-se e adoraram” (vs.27-29)
- O Pai está buscando os verdadeiro adoradores! (Jo 4:22-24)
- Precisamos aprender a descer do nosso pedestal de orgulho para adorarmos verdadeiramente o nosso Deus!!! Deixemos os conceitos humanos e o orgulho de lado e adoremos verdadeiramente ao Senhor.
- Quando me prostro, em outras palavras estou dizendo: “me dobro diante daquele que é o Senhor da minha vida”.
Resultados da fidelidade do rei Ezequias: Houve perdão, restauração, alegria, benção, prosperidade e o triunfo sobre os inimigos (cap.29-32). Na sua morte, todo o Judá e Jerusalém lhe prestaram honras (cap.32:33). Ezequias foi alguém que marcou a sua geração de maneira positiva porque foi um rei bom, reto e verdadeiro perante o Senhor (cap.31:20).
Deus abençoe a todos
Ronaldo Bezerra
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ronaldo@evangelicos.com
A ATITUDE DO CORAÇÃO NA ADORAÇÃO / ASAPH BORBA
A atitude do coração na adoração
No Sermão do Monte, Ele se referiu à atitude de trazer uma oferta ao altar
A ATITUDE DO CORAÇÃO NA ADORAÇÃO
George H. Morrison
Agora, olhemos para o maior filho de Davi e ouçamos as palavras dEle próprio. No Sermão do Monte, Ele se referiu à atitude de trazer uma oferta ao altar: "Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta" (Mt 5.23-24).
Observe que Jesus estava falando sobre adoração. Seu assunto não era a reparação de contendas. Ele estava nos ensinando quais os elementos necessários para adorarmos a Deus em espírito e em verdade. O Senhor Jesus não somente insistiu na atitude de ofertar - Ele estava certo de que isto é necessário -, mas também insistiu no fato de que por trás de cada oferta existe uma atitude de renúncia no coração. É mais fácil desistir de uma moeda do que desistir de uma contenda. É mais fácil estender a mão e fazer uma oferta generosa do que abandonar um rancor permanente e demorado.
E Jesus insistia sobre o seguinte:
se a adoração tem de ser aceitável a Deus, o adorador precisa deixar de lado seu orgulho e humilhar-se, como uma criancinha. Isto não é fácil e nunca o será. Isso está muito acima da capacidade do homem natural. É muito difícil de ser realizado, muito desagradável e bastante contrário às inclinações do homem natural. Exige paciência e sacrifício íntimo; e, juntamente com oração, é o segredo da abnegação. Somente desta maneira, conforme ensinou o Senhor Jesus, alguém pode esperar tornar-se adorador aceitável a Deus.
Mas quem é suficiente para essas coisas? Isso é exatamente o que desejo gravar em sua mente. Pretendo ensinar-lhe que a adoração não é algo fácil; é bastante difícil. Não é um momento reconfortante no culto dominical, com músicas belas e um pregador eloqüente. É uma atitude do coração e da alma que é impossível existir sem que se negue a si mesmo. Agradeço a Deus pelo fato de que na mais pura adoração há poucas exigências ao intelecto.
O mais humilde crente, que talvez não seja capaz de escrever uma carta, pode experimentar todas as bênçãos durante o culto. No entanto, na mais pura adoração existe uma exigência sobre a alma; existe uma chamada ao sacrifício e a tomar a sua cruz. O caminho que nos leva à igreja é semelhante ao que nos conduz ao céu - passa à sombra da cruz.
No Sermão do Monte, Ele se referiu à atitude de trazer uma oferta ao altar
A ATITUDE DO CORAÇÃO NA ADORAÇÃO
George H. Morrison
Agora, olhemos para o maior filho de Davi e ouçamos as palavras dEle próprio. No Sermão do Monte, Ele se referiu à atitude de trazer uma oferta ao altar: "Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta" (Mt 5.23-24).
Observe que Jesus estava falando sobre adoração. Seu assunto não era a reparação de contendas. Ele estava nos ensinando quais os elementos necessários para adorarmos a Deus em espírito e em verdade. O Senhor Jesus não somente insistiu na atitude de ofertar - Ele estava certo de que isto é necessário -, mas também insistiu no fato de que por trás de cada oferta existe uma atitude de renúncia no coração. É mais fácil desistir de uma moeda do que desistir de uma contenda. É mais fácil estender a mão e fazer uma oferta generosa do que abandonar um rancor permanente e demorado.
E Jesus insistia sobre o seguinte:
se a adoração tem de ser aceitável a Deus, o adorador precisa deixar de lado seu orgulho e humilhar-se, como uma criancinha. Isto não é fácil e nunca o será. Isso está muito acima da capacidade do homem natural. É muito difícil de ser realizado, muito desagradável e bastante contrário às inclinações do homem natural. Exige paciência e sacrifício íntimo; e, juntamente com oração, é o segredo da abnegação. Somente desta maneira, conforme ensinou o Senhor Jesus, alguém pode esperar tornar-se adorador aceitável a Deus.
Mas quem é suficiente para essas coisas? Isso é exatamente o que desejo gravar em sua mente. Pretendo ensinar-lhe que a adoração não é algo fácil; é bastante difícil. Não é um momento reconfortante no culto dominical, com músicas belas e um pregador eloqüente. É uma atitude do coração e da alma que é impossível existir sem que se negue a si mesmo. Agradeço a Deus pelo fato de que na mais pura adoração há poucas exigências ao intelecto.
A VERDADEIRA ADORAÇÃO / ASAPH BORBA
Quando Deus encontra em um coração verdadeira adoração, tem prazer em mover sua mão. Alegra-lhe mudar circunstâncias, curar, manifestar seu poder, romper cadeias, abrir portas que estão fechadas. A adoração que muda a vida e flui, é aquela que é fruto de um coração onde o Senhor esta entronizada.
E uma adoração que muda a gente triste. Eu era um drogado que perambulava pelas ruas de Porto Alegre, meu único prazer eram as drogas e a música triste. Tornei-me um hippie, e andava cada vez mais triste e arruinado. Quando o Senhor veio a minha vida e fez seu trono em meu coração, transformou o Asaph triste em um Asaph alegre. A adoração em nossa vida muda a tristeza em alegria, nos faz gente feliz. A palavra do Senhor no Salmo 16 diz: "Em sua presença há plenitude de gozo".
A adoração transforma as pessoas em prisão em pessoas livres. Deus quer adoradores livres em sua presença, não somente para cantar e levantar as mãos no santuário, ou dançar na presença do Senhor, mas, sim para viver com intrepidez a vida de Cristo.
A vida de adoração nos leva a viver com liberdade a vida de Jesus em uma sociedade perdida. Quando a presença do Senhor é palpável em nossos corações não podemos ficar calados, temos que proclamar, temos que falar, temos que viver, temos que pregar a toda criatura.
Quando vivemos uma vida de adoração na presença de Deus, vamos ver como a Palavra de Deus se cumpre em nossa vida. Quando as pessoas nos vêem viver uma vida de adoração em meio as crises, políticas, financeiras, seguramente se perguntarão o que acontece conosco. Que existe em nossa vida. E vão querer o mesmo. Vão ansiar esta vida.
Esta vida irmãos não é algo somente para nós, sim para todo o corpo de Cristo. Cada um de nós é chamado a viver uma vida verdadeira de adoração na presença do Senhor como filhos amados, comprometidos com seu reino, com sua Palavra e com sua verdade.
"Vem a hora e a hora já chegou: estamos vivendo à disposição desta hora.
Oremos: Senhor, eu quero viver uma vida constantemente na tua presença, ter em meus lábios teu louvor e um novo cântico, gerado pelo teu Espírito Santo em meu coração. Quero que teu espírito renove minha mente, que muitas vezes esta conformada com o mundo, e influenciada pelas coisas do mundo. Transforma-me pela renovação da minha mente para ter um culto genuíno e verdadeiro na tua presença, culto racional, de lábios que confessam teu nome. Ensina-nos a viver a verdadeira adoração na tua presença. Amém.
Deus abençoe
Asaph Borba
http://www.pontesdeamor.com.br/
lifecd@voyager.com.br
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VIDA DE LOUVOR






