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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

FORMAÇÃO DE DICÍPULOS PARTE 1 / DANIEL DE SOUZA



I - Jesus e seus discípulos - Para tratarmos sobre a formação de discípulos, temos que aprender com o Senhor Jesus, que começou a fazer discípulos e nos ordenou continuar.




JESUS COMO ESTRATEGISTA



Como vemos Jesus? Muitas vezes nós só vemos Jesus como aquele que falou da parte de Deus, realizou curas, expulsou demônios, ressuscitou mortos, fez muitos milagres, etc. Mas será que vemos Jesus como um estrategista? Vemos como aquele que tinha um alvo e um plano estratégico para atingi-lo.



POR QUE JESUS SE CONCENTROU EM DOZE HOMENS



Jesus, ao concentrar seu trabalho em doze homens, nos revela um plano estratégico. Ele tinha muitos seguidores, mas como poderia cuidar de todo aquele povo, que era como ovelhas sem pastor, e, ao mesmo tempo, dar continuidade à obra que veio realizar da parte do Pai? Ele tinha compaixão pelo povo sem quem o liderasse. O que ele poderia fazer diante de tão grande necessidade? Se não podia tomar conta de todas as pessoas, teria, então, que ter homens que cuidassem delas. Por isso, seu ministério desenvolveu-se mais no cuidado pessoal de alguns homens, para que estes, uma vez cuidados pessoalmente e preparados para a obra, dessem continuidade ao que ele veio fazer. Assim, nasceu o discipulado de Jesus com seus doze discípulos.



O PRINCÍPIO DE DISCIPULADO JÁ EXISTIA O princípio de discipulado empregado por Jesus com seus doze discípulos já existia. As palavras discípulo e fazer discípulos têm sua idéia original, como a raiz do grego indica, na prática da antigüidade dos povos do oriente, de um aprendiz seguir seu mestre e seu ensino. Na palavra de Deus encontramos várias referências deste relacionamento:



Os discípulos de Moisés (João 9:28)



Os discípulos dos profetas (2 Reis 4:1,38)



Discípulos dos levitas-músicos (1 Crônicas 25:8)



Discípulos de João Batista (Mateus 9:14)



Os Discípulos dos fariseus (Lucas 5:33)



Discípulos de Jesus, tendo como primeira referência, dentre muitas outras, (Mateus 5:1)



Os Discípulos de Paulo (Atos 9:25)



4. O PLANO ESTRATÉGICO



Em Marcos 3:14-15, encontramos o plano estratégico de Jesus para desempenhar sua obra: "Então designou doze para estarem com ele e para os enviar a pregar, e a exercer a autoridade de expedir demônios."



Plano Geral:



Quando lemos o plano de Jesus em Marcos 3:14-15, entendemos que ele chama os doze para estarem com ele, e ao mesmo tempo, os envia a pregar, etc. Mas em 6:7 diz que eles só são enviados mais tarde. Como entender? É que em 3. 13-15, o plano é dado num sentido geral, mas, depois ele é especificado. As duas etapas do plano: No plano estratégico de Jesus há duas preposições: "para", que especificam duas etapas:



Primeira etapa: "para estarem com ele" Compreende os capítulos 3.14 a 6.7



Segunda etapa: "para os enviar a pregar... A partir do capítulo 6.7



Primeira etapa do plano: A primeira etapa do plano estratégico de Jesus era de os discípulos simplesmente "estarem com ele". Vai do capítulo 3.14 até 6.7. Era o começo do discipulado de Jesus. Discipulado para Jesus era isto: os discípulos estarem junto com ele. Era um relacionamento intenso e íntimo. Esta foi a maneira mais eficiente que Jesus encontrou para servir e ensinar seus discípulos. Eles aprendiam vendo Jesus fazer (Atos 1.1) Tudo o que ele queria que seus discípulos fizessem, antes ele dava exemplo. O exemplo é o melhor ensino. Por isso, para Jesus, o discipulado não era mais um método, um programa, um grupo de estudos, uma reunião, uma entrevista. Não, discipulado para Jesus era ele mesmo se dando para seus discípulos. E nesta primeira etapa, os discípulos aprendiam de Jesus para mais tarde praticarem o que receberam. Neste tempo, Jesus estava formando suas vidas e equipando-os para a obra.



Segunda etapa do plano: Depois de os discípulos aprenderem de Jesus, e ainda continuarem aprendendo dele, eles, agora, são enviados à obra. A partir do capítulo 6.7, eles começam a fazer o que aprenderam com Jesus. Eles pregam o evangelho do reino, expelem demônios, curam enfermos (6. 7-30). Mas eles não faziam a obra sozinhos. Jesus os tinha enviado de dois a dois (6.7). Eles estavam vinculados com Jesus, e vinculados entre eles. O vínculo com Jesus é o discipulado; e o vínculo entre eles é o companheirismo. E quando eles voltavam das caminhadas evangelísticas, " lhe relatavam tudo o que tinham feito e ensinado" (6.30). Ele começou sua obra com os doze, atingindo em primeiro, as ovelhas perdidas de Israel, e depois as ovelhas perdidas do mundo.







Deus abençoe

Daniel Souza

http://www.ameprod.com.br

danielsouza@ameprod.com.br

sábado, 7 de novembro de 2009

QUAL A RELAÇÃO ENTRE DEUS E A MÚSICA?


POR ADHEMAR DE CAMPOS

Pode haver pergunta mais misteriosa do que esta? Qual a relação entre Deus e a música?


Teria a música algo a ver com a redenção humana? Para estas e outras perguntas encontramos respostas nas Escrituras.

Deus é musical e é a origem da música

O livro de Jó, no capítulo 38, versículos de 4 a 7, relata o momento sublime da criação. Lá estava o Todo-Poderoso "lançando os fundamentos da terra". O versículo 7 nos traz a impressionante revelação de que havia música na criação: "...quando as estrelas da alva juntas alegremente cantavam..."

É fácil perceber que antes da criação a música já existia, por onde se conclui ter sido criada por alguém que só pode ser o Senhor Deus.

Esta música era perfeita até sofrer as conseqüências resultantes do pecado do homem instigado por Satanás. Daí por diante, tornou-se decaída e misturada, de acordo com os sentimentos do homem, que é capaz de amar e odiar quase ao mesmo tempo.

Deus é Criador de Instrumentos

"Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom..." Gênesis 1:31. Lá estava o Éden, jardim de Deus. De acordo com Ezequiel 28:13-15, havia no Éden um lugar, mais precisamente um monte santo, onde um querubim especial tinha a responsabilidade do serviço musical. Para isso ele dispunha de alguns instrumentos, entre eles: pífaros e tambores, com os quais cumpria o propósito divino.

Outra importante revelação bíblica: "...a obra dos teus tambores e dos teus pífaros estavam em ti; no dia em que foste criado foram preparados" - v. 13. Aqueles instrumentos foram preparados por alguém, certo? Quem foi este alguém? A resposta é: o Senhor Deus!

Quando o querubim foi colocado naquele lugar, encontrou tudo pronto. O Deus Todo-Poderoso já havia preparado para ele os instrumentos musicais.

Deus é compositor

Até parece brincadeira, mas a verdade é que o texto bíblico nos revela ter havido um dia em que o Senhor Deus resolveu se comunicar com seu povo através de um cântico de sua autoria: "Escreverei para vós outros este cântico, e ensinai-o aos filhos de Israel; ponde-o na sua boca, para que este cântico me seja por testemunha contra os filhos de Israel" - Deuteronômio 31:19.

Depois da obra da cruz, onde se deu a restauração espiritual e moral do homem, também foi restaurada a musicalidade divina. Davi declara que depois de ter sido tirado de um lago horrível, do poço de perdição, foi colocado sobre uma rocha (a figura de Cristo) e recebeu um cântico novo (Salmos 40:2-3).

Este cântico novo é a música divina presente no homem regenerado, e que agora faz parte de sua nova vida (Salmos 42:8), de seu relacionamento com Deus (Salmos 30:12), com os seus irmãos (Efésios 5:19) e de seu testemunho diante dos homens (Salmos 40:3; Salmos 126:2).

Agora entendemos o propósito divino com relação à música. Ela foi criada por Deus e colocada no homem para que este o adore com amor todos os dias e por toda a eternidade!

Cantai ao Senhor um cântico novo, cantai ao Senhor, todas as terras. Cantai ao Senhor, bendizei o seu santo nome; proclamai a sua salvação, dia após dia" - Salmos 96:1-2.

Deus os abençoe

Adhemar de Campos

VIDA DE LOUVOR

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