sexta-feira, 13 de novembro de 2009

DICAS PARA LIDERANÇA / EM ESPANHOL MARCOS WITT



Uno de los grandes gozos en el liderazgo es el permitir que alguno de nuestros discípulos emprenda el vuelo en las cosas que les hemos enseñado.


uAl menos para mi, he comprobado que esto es algo que me trae incalculable alegría. De hecho, como líderes, siempre debemos estar buscando el cómo, cuando y donde soltar a nuestros discípulos y permitir que utilicen las dinámicas y enseñanzas que les hemos dado.

Para un aprendíz, no hay nada más frustrante que un lider que no permite que pruebe lo que ha estado aprendiendo. Cualquier didáctico nos diría que el alumno retiene mucho mejor aquello que ha tenido la oportunidad de probar por su propia cuenta. De hecho, una de las mejores maneras para aprender es enseñando.

Leí el siguiente refràn: "Dímelo y me olvidaré... Muéstramelo y me acordaré... Involúcrame y entenderé"

Para que nuestros discípulos puedan entender algo, necesitamos involucrarlos, permitiendo que cometan los errores que viene con estar "probando" las cosas. Es cierto que muchas veces no lo harán con la misma destreza que alguien con mucha experiencia, pero la única manera para que puedan adquirir experiencia es teniendo un maestro que les de la oportunidad de cometer los errores que vienen con el aprendizaje.

Esperando la perfección la primera vez que intenten algo, es poner una expectativa irrealista sobre el discípulo. Esto lo llevará a una experiencia negativa de fracaso que lo puede hundir en una actitud negativa y pesimista.

Muchos discípulos han fracasado y se convierten en pesimistas no porque sean personas malas, sino porque nosotros, como líderes, no hemos hecho una capacitación lo suficientemente buena como para prepararles el ambiente para una victoria.

Les decimos cómo hacerlo, hasta podemos "mostrarles" cómo hacerlo, pero tenemos que involucrarlos para que puedan entender la tarea.

Con sus discípulos Jesús usó la siguiente estrategia:

I - Instrucción. Les instruyó en cómo hacer el trabajo. Muchos lìderes fracasamos en dar buenas instrucciones. La comunicación es clave en este punto. Tenemos que pensar bien lo que queremos comunicar y buscar las mejores maneras para comunicar nuestras instrucciones.






D - Demostración. Les modeló cómo hacer el trabajo. Es una cosa "hablar" de cómo hacer algo y es otra cosa "demostrar" cómo hacerlo. Jesús no tan solo habló, sino que demostró. Con sus acciones, estaba enseñando a los discípulos cómo ellos despuès harìan las mismas obras (y aún mayores).






E - Equipamiento y Envío. Les dió las herramientas necesarias para poder hacer el trabajo. Qué terrible es cuando nos enseñan algo y luego nos envían para hacerlo sin las herramientas adecuadas. Sería como enseñar a alguien a pintar sin proveerle un caballete, las pinturas y el broche. Jesùs envistió de poder a sus discìpulos cuando dijo "Toda potestad me es dada en el cielo y en la tierra. Por tanto id..." En este paso vemos cómo el Señor los envìa sabiendo que cometerán errores y que a través de esos errores aprenderían lecciones invaluables.






A - Asesoramiento. Cuando regresaban de hacer un trabajo les explicaba lo que habían hecho bien y lo que habían hecho mal. No es justo dejar a uno de nuestros discípulos a solas después de haberlos enviado. Tiene que haber un tiempo de evaluación donde podamos revisar lo que salió bien y lo que no. De esta manera, le damos una oportunidad a aprender de sus errores y convertirlo en un mejor lìder. Igualmente, aprovechamos para afirmarlo a tener un espìritu enseñable.






Se da cuenta que cada una de las palabras arriba mencionadas hacen un acróstico de la palabra "IDEA". Esta es una buena IDEA que podemos usar usted y yo para involucrar a nuestros discípulos de tal manera que no tan solo "conozcan" el trabajo, sino que lo "abracen" y lo "entiendan" para poderlo hacer con más excelencia.






Con amor


Marcos Witt


http://www.canzion.com


marcos@canzion.com



O SENHOR SEMPRE ESTÁ / ANDRÉ VALADÃO


É sempre muito forte em mim a realidade da nova vida em Cristo. As pessoas que estão sempre ao meu redor sabem o quanto eu creio no novo nascimento e na realidade da nossa herança celestial com Cristo Jesus.


Nasci em um lar evangélico, meu pai recebeu o seu chamado pastoral aos 17 anos de idade, e aos 23 anos assumiu o pastorado da igreja aonde estamos até hoje. Eu cresci envolvido com a realidade ministerial, me lembro que muitas vezes me encontrava em reuniões de pastores, de líderes e até aconselhamentos com casais, mesmo sendo eu uma criança. Essa foi a forma que meu pai encontrou para que sempre estivéssemos juntos, não me arrependo nem um pouco, pelo contrário, a vida do meu pai é realmente uma referência para mim. Meu pai sempre muito ocupado no ministério, não se afastou de mim, ele sempre teve a consciência da importância da presença dele ao meu lado, então, junto a ele eu cresci e conheci muitas coisas maravilhosas da vida ministerial.

Me lembro certa vez que eu e mais dois primos estávamos em casa brincando, eu devia ter uns 10 anos de idade, e no meio da nossa brincadeira meu pai nos chama para ir ao parque, nós com muita alegria largamos tudo o que estávamos fazendo e corremos para ir com ele. No caminho, ele dizia: - qual parque estamos indo? E nós respondíamos o nome de vários parques que conhecíamos em Belo Horizonte, cidade onde nasci e vivo até hoje, bem, ele dava gargalhadas até que vimos que ele nos levou para um cemitério para fazer um velório, o nome do cemitério é Parque da Colina, assim que chegamos ele não parava de rir, no começo ficamos chateados, mas depois caímos na brincadeira com ele, e até ali mesmo nos divertimos. Uma outra vez, fui a outro velório com meu pai e eu muito pequeno observava as alças do caixão que batiam na altura da minha cabeça, e de tempo em tempo eu corria e batia nas alças do caixão, até que no meio do culto que meu pai dirigia eu me dependurei na alça balançando o meu corpo e o “morto” só faltou cair no chão. Naquele dia eu “apanhei” no cemitério mesmo. Bem, mesmo assim, hoje eu posso rir de tudo o que aconteceu e dizer: “as misericórdias do Senhor certamente se renovam a cada manhã...”.

Assim eu cresci, na minha adolescência eu tive maravilhosas experiências com Deus, me envolvi em missões com JOCUM e nos ministérios da minha igreja local. Sempre fui muito agitado, alegre e fantasioso. Minha imaginação foi sempre tão fértil ao ponto das minhas professoras da escola chamarem minha mãe ao colégio e perguntarem a ela se realmente tudo o que eu falava era verdade, minha capacidade de convencê-las, mesmo eu sendo tão pequeno as deixavam em dúvida.

No final da minha adolescência, mesmo com grandes experiências com Deus, fui terrivelmente influenciado por amizades erradas. Por ser filho de pastor existia sempre uma cobrança sobre a minha vida que graças a Deus nunca vieram dos meus pais, mas de muitas pessoas, pois na minha adolescência a igreja já era muito grande.

Mesmo envolvido na igreja, da idade de 16 aos 19 anos eu vivi mergulhado no pecado, uma verdadeira farsa. Haviam Domingos e Sábados que após aos cultos eu ia com outras pessoas para “baladas”, “festinhas” e com isso me prendia dia a dia na podridão desse mundo. Mesmo em tanto pecado eu sempre tinha um grito dentro de mim clamando por santidade, separação, compromisso que falava mais alto que os pecados que eu cometia. Aos 19 anos eu decidi viver para Deus, cansado de trazer certas tristezas em primeiro lugar para mim mesmo e é claro para os meus pais, eu orei e pedi a Deus que me capacitasse a ser realmente um homem escolhido, ungido para trazer transformação a esse mundo.



Me lembro de inúmeras pessoas que oraram por mim, pessoas ungidas, conhecidas mundialmente, porém nada parecia surtir efeito, porque na verdade, dependia de mim mesmo. Creio no poder da oração sim, creio que ela rompe barreiras espirituais que nós não vemos, cordões que nos prendem ao ponto de muitas das vezes apenas sentirmos a nossa vida amarrada, tenho certeza que as orações da minha mãe principalmente foram lançadas sobre mim e dia a dia Deus abria os meus olhos espirituais, até o dia em que vi a necessidade da minha libertação. Jesus mesmo disse em João 8:32 I “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. Eu fui conhecendo a verdade e escolhi viver a liberdade de vida que vem de Deus.

Por onde quer que eu vá o Senhor sempre está, por onde quer que eu vá, tu estás.

Nunca vou me esquecer dessa verdade, eu já era salvo, cheio do Espírito Santo, porém, houve um momento em que percebi que não poderia viver sem o amor de Deus. O ar que respiramos, o bater do nosso coração espiritual é o amor que vem de Deus.



Deus é maravilhoso comigo, assim que me casei fui morar em uma casa linda, com muito verde e amplos quartos, em um deles eu fiz de escritório, um local aonde busco estudar e orar. Certo dia estava ali, fazendo meus afazeres, em frente ao computador e ouvindo um DVD de adoração, de repente me veio a melodia e a letra do coro da música o Senhor Sempre Está “por onde quer que eu vá o Senhor sempre está”, na hora eu dei um pulo na cadeira, peguei meu celular e gravei a melodia, corri para o piano que tenho em minha sala e comecei a adorar ao Senhor. Comecei a cantar o coro da música várias vezes, me vi no alto dos montes, em vales profundos, porém havia em meu coração enquanto eu cantava uma certeza, Deus estava sempre ao meu lado. É como Davi descreveu no Salmo 23, “ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque Tu estás comigo...” Meu coração foi se enchendo de riso, de alegria e comecei a me lembrar do resgate de Deus em minha vida.



Desde o dia em que aceitei a Cristo a minha vida mudou, não posso mais viver sem o Seu amor. Meu companheiro é seu Santo Espírito, pra sempre me guiará, mesmo no vale da morte comigo está.



O dia que tomei uma postura diante de Deus, que me olhei no espelho aos 19 anos de idade e disse para mim mesmo: Vou ser um homem de Deus. Nesse dia a minha vida verdadeiramente mudou, me tornei dependente do amor de Deus, viciado em sua presença, apaixonado por suas palavras e desejoso pelo seu toque. Assentado no piano, essa era a imagem que vinha em minha mente, na minha lembrança.



Será que você se lembra do dia que você verdadeiramente decidiu que a presença de Deus se tornaria tudo em sua vida? Peça agora ao Espírito Santo para te trazer a memória, te inspirar, quem sabe Deus vai te dar uma música agora mesmo!?



Se eu cair no mais profundo abismo, contigo encontrarei, com a alegria de Cristo me fortalecerei. Quando esiver perdido em pensamentos, pra longe me ausentar, com sua graça estarás pra me resgatar.



“ As misericórdias do Senhor se renovam sobre nós a cada dia”. Essa frase é gravada em meu Espírito, principalmente quando me deparo com situações aonde vejo como sou fraco em mim mesmo, e como preciso da presença do Senhor em todas as áreas da minha vida. Em nossa caminha com Deus, constantemente somos desafiados a enxergar horizontes mais e mais lindos, porém, mais e mais distantes aos nossos próprios olhos. É como se vivêssemos sempre em “crise”, vemos um horizonte e buscamos alcançá-lo, procuramos chegar ao alto de uma montanha, e logo quando alcançamos, percebemos que existe um outro horizonte, uma montanha mais alta. Bem, assim é o nosso crescimento, a nossa vida com o Pai celestial, e creio que é assim que devemos pensar. Sempre felizes, mas nunca satisfeitos. Constantemente em nossa igreja e ministério somos desafiados por Deus a fazermos jejuns, votos, realmente nos colocando em uma posição que tira de nós um pensamento que já alcançamos o objetivo final. Essas músicas para mim são apenas o começo de algo que Deus irá fazer em minha geração e em minha nação, porém eu sei que terei de pagar um alto preço de lágrimas, renúncia e separação.



Abismos, obstáculos, barreiras e muitas outras palavras fazem parte do vocabulário de todo aquele que está se empenhando para cumprir com excelência o chamado, a visão. Uma pessoa que vence é uma pessoa que nunca desiste. A partir do momento que recebemos a direção de Deus para nossa vida, então haja o que houver, não importa, o próprio Deus irá nos capacitar para o cumprimento desse sonho, desse projeto. Porém, inúmeras vezes parece que estamos andando de acordo com a palavra de Deus e ao nosso lado direito existem leões querendo nos devorar e ao nosso lado esquerdo um abismo tão profundo que parece não ter fim. Glória a Deus pois “lâmpada para os nossos pés é a sua palavra e luz para o nosso caminho”, o entendimento da palavra de Deus é algo tão maravilhoso que as vezes eu tenho a impressão que Deus está assentado no meu escritório ou ao meu lado no piano falando comigo em uma conversa bem informal, e quando ouvimos a Deus, por mais que tenhamos ao nosso redor abismos e inimigos, Aleluia, a sua voz nos guia em paz e miraculosamente ao alvo.

Muitas vezes eu me vi em abismos profundos, pecados que cometi, e erros que conscientemente decidi fazer. Abismos, muitas das vezes são causados por erosões, vem as chuvas, e o solo não consegue reter a água fazendo então no solo marcas que chamamos de “acidentes” no solo. Em Belo Horizonte, temos muitos terrenos repletos de erosões, grandes buracos, principalmente porque minha cidade é rodeada de montanhas, e por isso temos morros muito altos, ladeiras que alguns carros nem conseguem subi-las, outros não podem desce-las. Alguns desses abismos são aprofundados ano após ano, dia após dia, e muitas vezes temos deixado grandes abismos em nosso coração, em nossa caminhada, em nossa intimidade com Deus.

Foi com esse pensamento que Deus me trouxe essa verdade, que mesmo em mais profundos abismos, Ele estaria ali, com misericórdia, com uma nova chance, com um sorriso em seu rosto para me encorajar a subir, crescer e me elevar ao lugar aonde eu tinha estado, no alto ao seu lado, reinando em vida.

Me recordo em uma viagem do Diante do Trono que fizemos para Bahia, e fiquei no quarto com um querido irmão que toca no grupo. Ele me disse que certa vez teve uma visão que o curou imensamente, ele se viu em um lugar muito lindo, repleto de verde, em um dia muito lindo, porém, ele estava sujo, cheio de pecado e qual é a sua surpresa que ele se encontra com Jesus, e o que mais o deixou impressionado foi que, mesmo que ele estivesse tão sujo, Jesus o chamava constantemente para si, dizendo, quero te abraçar, te amo, e ele dizia, Senhor, estou tão sujo, em tantos pecados, e a impressão que ele tinha era que Jesus nem via a sua sujeira, o seu pecado, muito pelo contrário, Jesus o amava e constantemente o chamava a intimidade. Isso ficou fixo em minha mente, e hoje eu entendo que a alegria de Cristo é nos ver crescer, deixar de lado os pecados, o velho homem e dia a dia aprendermos a andar como Ele andou, e agir como Ele agiu.

É com alegria que Jesus nos restaura, nos renova, talvez você está se vendo em um abismo hoje, mas mantenha a sua fé em Cristo, Ele está com você, completamente disposto a sorrir e dizer: “venha como estás, mesmo nesse profundo abismo, pois o abismo em que eu fui por você com certeza foi muito mais profundo do que esse, eu posso te erguer novamente”.

Jesus, comigo está, nunca me deixará, comigo está, sempre me guiará.

Eu tenho uma prática em minha vida de oração, de comunhão com Deus, que é o de confessar a palavra, versículos, promessas que Deus ministra sobre nós. As pessoas que me conhecem a mais tempo sabem como amo pregar a palavra da fé, foi essa palavra que me trouxe ao lugar que estou hoje, Deus usou a vida de um homem que esse mundo não era digno dele, um homem que foi curado em sua adolescência de uma enfermidade mortal e que durante mais de 60 anos pregou o evangelho e formou discípulos de todas as nações, Kenneth E. Hagin, durante três anos da minha vida morei nos Estados Unidos da América, dois desses anos eu morei em Tulsa no estado de Oklahoma, e lá eu mergulhei no ministério desse homem. Foi onde me formei no seminário pastoral, onde ministrei pela primeira vez o poder curador de Jesus na vida de enfermos e coloquei em prática a fé que vem de Deus.

Naquele lugar, o espírito da fé, da vitória era como o ar que respiramos, era como se eu estivesse dentro de uma “bolha”, ali, notícias ruins não entravam, mas somente se falava das promessas, do ponto de vista de Deus, que sempre conhece vitória e que nunca será derrotado. Em muitos momentos ali eu aprendi a orar através da palavra, declarando versículos sobre minha vida e sobre tudo que eu iria fazer em minha vida e ministério. E hoje percebo que Deus trouxe isso para cada música, cada letra, elas são realmente a forma que eu oro, que eu falo com Deus. Muitas vezes posso ter lágrimas em meu rosto, mas abro um sorriso e faço a escolha de declarar a palavra de Deus por mais impossível que seja aos olhos humanos.

Essa declaração que fazemos no final dessa música é exatamente a realidade do coração de Deus para nós, Ele não vai nunca nos deixar e nunca nos desamparar.

Hoje você pode dizer para si mesmo: Por onde eu andar eu irei acompanhado pela presença de Deus, mesmo que seja no vale da sombra da morte, ou no mais profundo abismo, Ele está com você e sempre te guiará a toda verdade. Você tem a luz de Deus, o Espírito Santo te dirigindo, pois você é filho e com certeza, seu Pai Celeste não te deixará no escuro, no frio, mas te levará para um lugar de vitória e maravilhosas conquistas.

Deus abençoe

André Valadão

http://www.andrevaladao.com

contato@andrevaladao.com

sábado, 7 de novembro de 2009

A INSPIRAÇÃO DA MÚSICA




A INSPIRAÇÃO DA MÚSICA


Música em si é finita para definir adoração. Mas infinita para cantar a adoração. A adoração é um relacionamento fundamentado em uma revelação.

A música, é um poderoso instrumento para comunicar a verdadeira revelação de Deus, que inspira a verdadeira adoração a Deus.


A música da adoração não apenas é uma revelação de Deus na boca do ser humano - o que já é de grande importância – mas, a revelação de Deus encarnada no ser humano. É a revelação da Verdade se apoderando do espírito, da alma, dos sentimentos e todo o nosso ser.

A música tem o poder de fazer o ser humano encarnar a Verdade. Isto porque a música tem um poder incomparável de inspiração. E é a inspiração que motiva a ação.

A música que incorpora a mentira – ou seja, um estilo de vida contrário ao que a Verdade propõe – motiva a rebelião, inspira ações que são o oposto da adoração dos filhos de Deus.

A rebelião também é um estilo de vida fundamentado em uma revelação. Porém, uma revelação inversa sobre Deus e sobre nós mesmos. A música também tem o poder de inspirar este estilo de vida, rebelde!

Utilizar o poder inspiracional da música para a adoração ou a rebelião é decisão nossa.

Pr. Manassés Guerra



MÚSICA DO MUNDO




MÚSICA DO MUNDO


É importante você entender que adoração não é só música – alguém pode pensar que é adorador por causa, apenas, da música que canta. Por exemplo, no domingo, cantar músicas lindas que digam quemDeus é – Eu te exalto, eu te exalto, és tudo em minha vida, precioso és para mim – mas, não viver esta realidade Porém, é também um extremo alguém estudar sobre adoração, procurar viver intensamente o que aprendeu, mas, não cantar a adoração – Isso porque, você pode estar tentando viver uma vida que agrada ao Senhor e estar cantando uma vida que desagrada a ele. Você pode até não cantar músicas ditas do mundo (Para algumas pessoas, quando falamos de música inadequada, logo pensam que estamos falando de músicas mundanas, no sentido de músicas não evangélicas). Mas o problema é que existem músicas mundanas dentro da igreja (evangélica!), e não é o ritmo quem define isso, nem mesmo se o compositor é crente ou não, mas sim o que estas músicas estão dizendo. A música da adoração não pode contradizer o caráter de Deus. E o caráter de Deus está revelado nitidamente em Jesus. Em Hebreus 1.3 lemos que Jesus é a expressão exata do Pai. A cerca do caráter do Diabo, Jesus diz: O ladrão só vem para matar, roubar e destruir. Mas, a cerca do caráter de Deus, o Pai, ele diz: Eu vim para que tenham vida e vida em abundância (Jo 10.10). Lembre-se que Jesus declarou que veio fazer a vontade do Pai (Jo 5.30). Se Jesus veio para dar vida, então essa é a vontade do Pai ao nosso respeito. Então, assim como desejamos viver essa realidade, devemos cantar essa realidade. Então, músicas que denigrem o caráter de Deus e o propósito do ser humano – que Deus criou à sua imagem e semelhança – são músicas mundanas. Músicas que, de fato, são satânicas, pois relatam a idéia corrompida que o Diabo espalhou a cerca deDeus, por toda a humanidade. Estas músicas corrompem o amor de Deus e os princípios que ele estabeleceu para os homens.Imagine só, como adoradores, cantarmos músicas que dizem queDeus mata, fere, destrói. De que Deus está falando? E o que você acha de um adorador se auto-intitular de pecador, indigno, pobre, verme... É isso o que Deus diz sobre os seus filhos? Adoração corresponde à Palavra que Deus enviou em nosso favor. A sua Palavra nos sarou, nos livrou do que nos era mortal. Somente aqueles que foram recriados pela Palavra de Deus e que foram feitos, em Jesus, justiça de Deus, é que podem ser verdadeiros adoradores. E esses são também templos do Espírito Santo. Adoração a Deus exige conhecimento sobre Deus, pois a adoração envolve comunhão com Deus. E não há adoração a Deus se você não vive a Palavra, pois Deus se revela na sua Palavra. E isso não é só quando se está na igreja. O interessante é que você pode não aceitar que lhe digam uma doutrina errada, dentro do que você já conhece, mas é possível você cantar uma doutrina errada por meio de uma música, sem questionar. Então é possível você absorver conhecimentos que podem levar você a agir errado por meio da música, pois a música tem essa capacidade de colocar informações em você e fazer com que você proclame essas informações e as transforme em ação. Vamos lá, cante a música do coração! Pr. Manassés Guerra

MÚSICA – O ESTOPIM DE DEUS



MÚSICA – O ESTOPIM DE DEUS


Um dos significados para estopim é: artefato usado para inflamar uma carga explosiva. Pois é exatamente isto que a música é! E ainda mais quando etendemos a originalidade do pensamento de Deus ao criar o homem.

Deus, ao criar o ser humano como seu filho, compartilhou do seu ser. E dentro do ser do homem – que já era expressão do seu ser – Deus depositou porção da sua natureza.

No íntimo do nosso ser, lá no coração, no espírito humano, Deus pôs a sua natureza para reger a nossa existência. É justamente aí que entra o papel fundamental da música.

Deus nos deu a sua música para ser nossa. E com esta música, tão bela, tão rica, tão inexplicável, Deus nos deu poderes para, ao cantá-la, despertar em nós os mais inimagináveis recursos, habilidades e energia para trazermos ao nosso mundo, o mundo dele!

É por isso que, ao cantarmos a música de Deus, que nos foi trazida de volta por meio de Jesus, podemos, por exemplo, ser cheios do Espírito, ou, cheios da Palavra de Cristo, ou do próprio Cristo em ação, nas nossas ações.

E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução,

mas enchei-vos do Espírito, falando entre vós com salmos,

entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais

(Efésios 5.18,19)

Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo.

Instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria,

louvando a Deus, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, com gratidão, em vosso coração.

(Colossenses 3.16)

A música de Deus em nós aciona a presença, a inspiração e a ação do próprio de Deus em nós, e através de nós. Os dons e a unção do Espírito e a nova vida de Cristo no nosso coração podem vir à luz quando descobrirmos a música que maximiza o potencial de Deus. E o que teremos como resultado de cantarmos aquilo que elegemos como princípio de vida, será o que o apóstolo Paulo declara: E tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai (Colossenses 3.17). Ou seja, se cantarmos a Palavra de Cristo, seremos inevitavelmente influenciados a tal ponto que Cristo será o nosso pensamento, a nossa ação, a nossa vida.

O diabo sabe disso e por isso a música do maligno não é inocente e nem sem pretensões.

Para que a natureza de Deus seja real na nossa existência e na nossa vida diária, precisamos desenvolver formas de praticá-la, como por exemplo, confessando a nossa fé, amando as pessoas, exercendo a nossa autoridade e governo. Que tal começarmos a fazer isso através da música?

Pr. Manassés Guerra



A MÚSICA ORIGINAL E A MÚSICA PERVERTIDA




A MÚSICA ORIGINAL E A MÚSICA PERVERTIDA


O mal despojou individualmente toda a criação de Deus. A música, como criação de Deus, carrega em si o propósito de inspirar com o bem. Deus é o criador da música, a música é tão eterna como Deus, tem a capacidade de produzir resultados no mundo espiritual e físico. A música, além de canalizar inspiração para fazer existir algo novo, uma experiência inédita, também propaga os as experiências boas da vida.

A música, portanto, não é uma criação do mal, tornou-se objeto do mal, nas mãos daqueles que estão unidos à natureza do mal. Na verdade, não só a música, mas todo o produto do bem, disponibilizado para a comunidade universal, torna-se instrumento de perversão na mente maligna.

E tudo começou com Lúcifer, que sujou as águas profundas do seu coração com uma fonte particular de pensamentos, decidindo ele usar a seu bel prazer, o bem que deveria ser para o prazer coletivo, e não individual. Ele não poderia comprometer a sua existência sem compromete o corpo ao qual pertencia. Ele não poderia corromper as riquezas que lhe foram entregue, sem comprometer a fonte das riquezas e o meio para o qual elas estavam destinadas. Lúcifer, como um processador de riquezas, como um transformador de matéria –prima, teve que ser desligado da sua fonte primária que era Deus. E isso é o que ele queria – ser seu próprio Deus. E nesta direção ele tentou inserir o seu próprio ponto de vista acerca de tudo o que Deus lhe havia dado, inclusive a música.

Quando os recursos de Deus são utilizados sem a instrução original que designa o propósito, então tais recursos ficam a mercê de caprichos vãos. Fica então implícito o risco de se trabalhar contra Deus, com a matéria prima que dele mesmo se originou. Foi assim que se teve o mal, e assim se propaga o mal, a partir da utilização de recursos do bem, com propósitos errados.

Lúcifer arruinou-se, e junto com ele o valor de toda a dádiva que o Criador lhe havia dado. A esperteza para ser guardião do bem, para administrar riquezas, para delegar poder, para formar opinião, para produzir música, para instrumentalizar os sons, tudo isso ele passou a usar na caracterização do seu intuito de ser diabo – o rebelde.

Pr. Manassés Guerra

UMA VIAGEM


POR MANASSÉS GUERRA
Há uma viagem excitante para ser feita pelas rotas nosso próprio ser. Um mergulho dentro de nós mesmos, um passeio que nos conecta com Deus. E a música é um veículo através do qual você pode embarcar nesta viagem.


Porém, esta não é uma viagem meramente mental, nem alucinógena. Portanto, não é qualquer música que vai te proporcionar este prazer!

Podemos nos envolver com uma música que vai inspirar a nossa alma, acalmar as nossas emoções ou empolgar a nossa motivação e, no entanto, não sairmos da dimensão superficial dos sentidos, ainda que nos sintamos bem emocional e fisicamente.

De fato muitas músicas até nos prometem uma viagem. Uma viagem além do físico, algo metafísico, só que não em direção a Deus, mas em direção ao mundo das trevas. E à medida que viajamos nestas músicas, buscamos algo que nunca alcançamos, até que a morte nos separe e nos leve para o inferno.

Ou podemos também embarcar em uma viajem rumo à satisfação de desejos e concupiscências, o que nos remete a conseqüência de escravidão e não realização plena.

Porém, a viagem sobre a qual eu falo, é em direção a Deus e é impulsionada pelo coração. O coração recriado, o coração que recebeu a Verdade e que já está velozmente no Caminho, alçando pleno vôo nas asas da sabedoria.

Não uma música desprovida da vida que a gerou originalmente, mas a música que carrega a essência de Deus. Uma música que, pode até não ser inteligível, de início para a mente e para os homens naturais. Uma música que tem o seu início em Deus, e que brota no espírito humano recriado, nos evolvendo numa viagem.

Uma música do espírito, que a mente aprende: cantarei com o espírito, mas também cantarei com a mente (1Coríntios 14.15). Uma música que não separa as emoções do espírito, a mente do coração, mas que une o nosso ser, para nos levar a uma experiência de plenitude, assim como o Deus trino é pleno em si mesmo. Uma música que nos faz voar rumo à inspiração, e nos faz viajar rumo a ação.



VIDA DE LOUVOR

VIDA DE LOUVOR